Foto:
Arquivo TN/Magnus Nascimento
O
Tribunal Regional Eleitoral (TRE) já recebeu 15 registros de atas de convenções
partidárias com homologações de chapas majoritárias e proporcionais, que
concorrerão às eleições de 4 de outubro no Rio Grande do Norte.
De 27 legendas aptas a disputar o primeiro turno do pleito eleitoral no Estado, já realizam convenções para oficializações de candidatos a governador, senador, deputado federal e estadual, 19 partidos, inclusive legendas agrupadas em federações partidárias.
Outros oito partidos ainda têm prazo até 5 de agosto para realizarem
convenções. Em seguida, todos os partidos e coligações terão até o dia 15 desse
mesmo mês para o encaminhamento de pedidos de registros de candidatos.
No
domingo (26), o (PL) confirmou a candidatura do ex-prefeito de Natal, Álvaro
Dias, a governador do Rio Grande do Norte, com o ex-prefeito de São Tomé, Babá
Pereira como candidato a vice-governador numa chapa “puro sangue”, além de
Coronel Hélio (PL) como candidato ao Senado, além de confirmar o apoio à
reeleição do senador Styvenson Valentim (Podemos). O PL também homologou a
candidatura de deputados estaduais e federais.
“Queria confessar a todos vocês: quando cheguei e enxerguei a multidão, digo
que é um momento de muita emoção. É como se o Rio Grande do Norte todo se
levantasse e viesse dizer que é hora de endireitar o RN. É isso que vamos
fazer”, disse Álvaro Dias, na convenção.
O presidente do PL, senador Rogério Marinho, disse que “a convenção sempre é um
ato homologatório, é um ato burocrático, mas eu quero começar dizendo que em
mais de 40 anos de vida pública, essa é a maior convenção”.
Flávio
Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República, enviou um recado. “Nós
temos tudo para livrar o Rio Grande do Norte do PT de uma vez por todas […],
para combater a violência de verdade, reduzir impostos e gerar emprego e
prosperidade para todos os meus irmãos do Rio Grande do Norte”, afirmou o
candidato em um vídeo.
Para
o senado, o PT conjfirmou a vereadora Samanda Alves para o senado, numa aliança
com o PDT com o ex-deputado federal Rafael Motta como segundo candidato ao
Senado.
“O Partido dos Trabalhadores tem essa característica. A gente faz as discussões
internas, mas, quando toma a decisão, vai todo mundo de mãos dadas para as
ruas”, disse Cadu Xavier.
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