quinta-feira, 20 de agosto de 2026

É amanhã! 4° Apodi Moto Fest nos dias 21, 22 e 23 de agosto

Todos os caminhos levam a Apodi-RN, neste final de semana.

O 4° Apodi Moto Fest acontecerá nos dias 21, 22 e 23 de agosto com cerca de 100 motoclubes confirmados e uma expectativa de público de 5.000 pessoas, o evento vai ser um sucesso! Além do passeio pela cidade, café da manhã e o tradicional 0800 para os motociclistas, o evento também vai trazer um grande benefício para a economia local.


O município vai receber motociclistas de toda região Nordeste, e com hotéis e pousadas lotados, é claro que a economia local vai agradecer! É um ótimo exemplo de como um evento pode impulsionar o turismo e gerar renda para os comerciantes locais. A organização do evento está de parabéns!


E os motociclistas estão ansiosos para aproveitar o passeio, o café da manhã e, claro, o 0800! Você é de Apodi ou vai participar do evento? Confira a programação completa do cartaz ofical do evento.

Terceirizados da saúde do RN entram em greve por salários atrasados

Foto: José Aldenir/Agora RN

Trabalhadores terceirizados da rede estadual de saúde do Rio Grande do Norte iniciaram uma greve para cobrar salários atrasados, decorrentes da falta de repasses do governo às empresas prestadoras de serviço. Embora a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) tenha informado a transferência de cerca de R$ 6 milhões na última sexta-feira (14), parte das companhias ainda não regularizou os pagamentos.

A paralisação compromete serviços de apoio fundamentais para o funcionamento dos hospitais, como limpeza, alimentação, recepção e manutenção, exigindo soluções emergenciais para garantir a assistência aos pacientes internados.

O problema reflete um ciclo recorrente de crises na saúde estadual, marcado por episódios semelhantes em 2025 e nos meses de janeiro e julho de 2026. Além dos salários vencidos, os trabalhadores relatam queixas como vale-alimentação não pago, férias pendentes e ausência de depósitos do FGTS, o que motivou cobranças por uma mudança estrutural no modelo de contratação por meio de concursos públicos.

A situação se agrava em meio a um cenário de forte pressão financeira, intensificado por um levantamento que apontou o RN aplicando apenas 7,04% das receitas em saúde até junho, o menor percentual do país frente ao mínimo constitucional de 12%.

Com informações do Agora RN

Com R$ 2,03 bilhões em dívidas, empresas do RN enfrentam maior volume de inadimplência do semestre

Foto: Reprodução

O volume financeiro de dívidas negativadas no Rio Grande do Norte atingiu R$ 2,03 bilhões em junho, o maior patamar do primeiro semestre de 2026, de acordo com dados da Serasa Experian. O levantamento aponta que 92.167 empresas estavam endividadas no estado no período, o que representa um crescimento de 3,5% em relação a janeiro, quando o número era de 89.020. Deste total, as micro e pequenas empresas respondem por 95,6%, somando 88.194 negócios nesta situação.

Em média, cada empresa inadimplente acumulou 6,2 contas em atraso, com uma dívida média de R$ 22,08 mil por CNPJ e um tíquete médio de R$ 3,5 mil. No panorama regional do Nordeste, o estado ocupou a sexta posição no ranking geral de empresas inadimplentes e a quinta colocação quando considerado apenas o recorte de micro e pequenas empresas. Em âmbito nacional, a inadimplência superou 9,1 milhões de CNPJs, registrando o maior marco da série histórica iniciada em 2016, com um volume financeiro total de R$ 232,9 bilhões.

Especialistas e representantes de entidades setoriais alertam para os riscos do endividamento à economia potiguar. Para o diretor-técnico do Sebrae/RN, João Hélio Cavalcanti, o acúmulo de dívidas compromete a capacidade de investimento, a compra de estoques e a manutenção de postos de trabalho. Já o diretor de Inovação e Competitividade da Fecomércio-RN, Luciano Kleiber, destaca que o setor de pequeno porte é mais vulnerável devido a dificuldades no acesso a crédito e ao fato de responder por grande parte da economia local.

O economista Helder Cavalcanti acrescenta que margens estreitas e custos elevados de financiamento pressionam o caixa dessas empresas, tornando a gestão financeira e o diagnóstico rigoroso das contas ferramentas essenciais para a sobrevivência no mercado.

Com informações da Tribuna do Norte


Sefaz diz que antecipação de 90% do ICMS não gera prejuízo para contribuintes

Secretaria afirma que valores serão compensados no próprio mês, estima impacto equivalente a 7,5% da arrecadação mensal do imposto e diz ter dialogado previamente com o setor atacadista

Governo do Estado afirma que medida não é inédita e que é adotada como “forma de equalizar o fluxo de caixa” - Foto: José Aldenir

A Secretaria Estadual da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz) afirmou, nesta quarta-feira 19, que a antecipação do pagamento de 90% do ICMS por três grupos de empresas não provocará prejuízo aos contribuintes alcançados pela medida. Segundo o órgão, o mecanismo está sendo adotado pelo Estado para equalizar o fluxo de caixa.

A manifestação foi divulgada a pedido do AGORA RN, após a repercussão da Portaria-SEI nº 817/2026, publicada no Diário Oficial do Estado na última sexta-feira 14. O ato antecipa o recolhimento de parte do ICMS relativo às competências de agosto e setembro deste ano.

Pela norma, o pagamento referente às operações realizadas em agosto deverá ocorrer até 1º de setembro. No caso das operações de setembro, o prazo será 1º de outubro. Pelas regras regulares, o imposto de cada mês seria recolhido até o dia 15 do mês seguinte.

Na nota, a Sefaz declarou que a antecipação de receitas do ICMS não é uma medida inédita e esclareceu que a cobrança somente vai ocorrer depois do fato gerador e da apuração do imposto devido. O órgão sustentou ainda que o montante antecipado será integralmente compensado no próprio mês.

“Portanto, não há antecipação de receitas de um mês para o outro”, afirmou a secretaria. A Sefaz também informou que houve diálogo prévio com representantes do setor atacadista antes da publicação do ato que disciplinou a mudança nos prazos. Destacou ainda que, neste caso, o valor antecipado envolve uma quantia estimada em aproximadamente 7,5% da arrecadação mensal do imposto.

A medida determina que o recolhimento antecipado corresponda a 90% do ICMS devido ou retido no mês anterior ao período considerado. Dessa forma, o pagamento realizado no início de setembro terá como referência o resultado de julho, enquanto o recolhimento previsto para o começo de outubro será calculado com base no imposto de agosto.

Depois da apuração mensal definitiva, a empresa deverá calcular quanto efetivamente deve ao Estado. O valor antecipado será abatido nessa etapa e, se houver diferença, o contribuinte deverá fazer a complementação conforme as regras aplicáveis ao seu regime tributário.

A portaria alcança empresas beneficiadas pelo regime especial de tributação destinado a contribuintes atacadistas, centrais de distribuição de produtos e negócios sujeitos ao recolhimento do ICMS por substituição tributária nas operações internas. As micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional foram expressamente excluídas da antecipação.

De acordo com a Sefaz, a definição das datas de pagamento dos tributos está dentro das competências do Poder Executivo. A pasta destacou que a legislação permite a alteração dos prazos conforme as necessidades de gestão e de fluxo de caixa do Estado e afirmou que esse entendimento já foi reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O Governo do Estado adotou estratégia semelhante em 2025. Na ocasião, atacadistas, centrais de distribuição e empresas beneficiadas por regimes especiais também tiveram parte do ICMS antecipada. O percentual cobrado antecipadamente, entretanto, foi de 50%, ante os 90% estabelecidos para agosto e setembro deste ano.

A reportagem procurou as federações do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e das Indústrias (Fiern), mas as entidades não se manifestaram sobre a medida do governo até o fechamento desta edição.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

PENDURICALHOS: TJRN manda 217 magistrados devolverem valores pagos acima do permitido

Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) determinou que 217 magistrados, entre ativos e inativos, devolvam valores recebidos acima do permitido. A medida atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ordem foi assinada pelo presidente do TJRN, desembargador Ibañez Monteiro, que também está entre os magistrados que terão de restituir valores.

O tribunal abriu processos administrativos individuais e emitiu guias para pagamento. Caso a devolução não seja feita, os valores serão descontados diretamente da folha salarial, sem necessidade de nova decisão.

Os magistrados terão dez dias úteis para contestar os cálculos, mas eventual recurso não suspende a cobrança. O documento enviado ao STF não informa o valor total a ser devolvido.

A determinação faz parte de decisões do Supremo que atingem sete tribunais e cobram a devolução de verbas consideradas irregulares pagas a magistrados.

Com informações do Metrópoles

Justiça Eleitoral libera aplicativo Pardal para denúncias de propaganda irregular

Para utilizar a ferramenta, o eleitor deve se identificar por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br

Denúncia feita pelo aplicativo Pardal é anônima, segundo a Justiça Eleitoral - Foto: Divulgação

Eleitores já podem denunciar possíveis irregularidades na propaganda das Eleições 2026 por meio do aplicativo Pardal. A ferramenta da Justiça Eleitoral está disponível desde domingo 16, quando teve início a propaganda eleitoral, e permite o encaminhamento de informações para análise dos órgãos responsáveis.

Regulamentado pela Portaria nº 451/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Pardal busca ampliar a participação da sociedade na fiscalização das campanhas e agilizar a apuração de eventuais infrações. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em smartphones e tablets pelas lojas Google Play e App Store.

Para utilizar a ferramenta, o eleitor deve se identificar por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. Apesar da autenticação, a identidade do denunciante será protegida por sigilo, conforme estabelece a regulamentação.

No registro da ocorrência, o usuário deverá descrever a suposta irregularidade. Um agente automatizado fará uma classificação preliminar da denúncia em uma de duas categorias: propaganda eleitoral irregular na internet ou outras irregularidades relacionadas à propaganda.

Antes da inclusão das informações complementares, o aplicativo apresentará orientações sobre as condutas permitidas e proibidas pela legislação eleitoral, de acordo com a categoria escolhida. A classificação sugerida pelo sistema poderá ser alterada pelo denunciante. O objetivo é evitar o encaminhamento de registros equivocados ou sem fundamento.

Além da descrição da ocorrência, o usuário poderá anexar fotos, vídeos, áudios e endereços eletrônicos que ajudem a comprovar a possível irregularidade. Após o envio, o sistema fornecerá um número de protocolo, que permitirá acompanhar a tramitação pelo aplicativo ou por um link encaminhado ao e-mail informado.

Denúncias que não estejam relacionadas à propaganda eleitoral serão direcionadas aos canais competentes. Casos de desinformação capaz de comprometer a integridade das eleições deverão ser encaminhados ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade). Já as comunicações sobre crimes eleitorais e outros ilícitos deverão ser apresentadas pelos canais eletrônicos do Ministério Público Eleitoral em cada estado.

O sistema Pardal também permitirá o envio de notificações eletrônicas a candidatos, partidos, federações e coligações citados nas denúncias, para que apresentem esclarecimentos ou comprovem a regularização da propaganda questionada. As ocorrências ainda poderão ser autuadas diretamente no Processo Judicial Eletrônico (PJe), como Notícia de Irregularidade de Propaganda Eleitoral, procedimento que busca acelerar a análise e a adoção das providências cabíveis.

Governo do RN volta a atrasar repasses do Fundeb e ICMS a municípios, diz Femurn

Foto: Sandro Menezes

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rego, confirma que o Governo do Estado atrasou os repasses de recursos do Fundeb e de ICMS devidos aos 167 municípios. José Augusto Rego disse que somente relação a parte do Fundeb oriunda da cobrança de ICMS, o atraso "é de três semanas e da ordem de R$ 96 milhões".

"O ICMS da semana que é em torno de R$ 67 milhões também não caiu", disse o presidente da Femurn, contando que o IPVA, como são recursos que dependem diretamente do Detran, "fica mais dificil de acompanhar".

Segundo José A. Rego, a esperança dos prefeitos contra esses atrasados, é o fato de que a partir de setembro, quando termina o prazo de 90 dias para implementação da lei aprovada na Assembleia Legislativa, os repasses serão feitos diretamente nas contas das Prefeituras pelo Banco do Brasil. "A partir daí só compete o governo informar o valor da arrecadação do ICMS que cabe aos municípios", avisa.

"Vamos saber se vão cumprir, sabe como é, final de governo, mas tem penalidade para quem não cumprir nessa lei", disse ele, que também é prefeito de Portalegre, na região do Alto Oeste.

Na avaliação dele, da mesma forma que o governo estadual atrasou o pagamento de vencimentos de aposentados e pensionistas, esse atraso nos repasses pode ter um efeito dominó em relação aos municípios, "porque muitos não têm superávit de Fundeb e precisam desses recursos para complementar a folha de pessoal da educação."

"Então, o governo, com esse dinheiro dos municípios, está fazendo caixa para pagar aposentados e pensionistas", alerta.

Fonte: Tribuna do Norte

Governo do RN exige antecipação de 90% do ICMS de agosto e setembro

A medida inclui atacadistas, centrais de distribuição e contribuintes que recolhem ICMS por substituição tributária.

Governo também antecipou ICMS no ano passado. Na época, a Sefaz pretendia arrecadar R$ 30 mi para ajustar fluxo de caixa| Foto: Joana Lima

O Governo do Rio Grande do Norte determinou que empresas atacadistas, centrais de distribuição e contribuintes que recolhem ICMS por substituição tributária antecipem parte do imposto referente a agosto e setembro de 2026. A medida estabelece o recolhimento, até 1º de outubro, de 90% do valor do ICMS que foi devido ou retido no mês anterior, período usado como base para estimar o montante a ser antecipado.

A determinação foi estabelecida pela Portaria-SEI Nº 817, de 12 de agosto de 2026, da Secretaria da Fazenda (Sefaz-RN), e ocorre em um momento em que o Governo do Estado enfrenta grave crise financeira. Nos últimos meses, ocorreram atrasos de pagamentos de parte dos aposentados e pensionistas em julho e agosto, além de contingenciamentos determinados pelo governo, em razão da frustração de receitas, que somaram mais de R$ 745 milhões só este ano.

No mês passado, a governadora Fátima Bezerra também pediu ao Ministério da Fazenda o adiamento para outubro da execução da contragarantia referente a uma parcela de US$ 14,54 milhões (R$ 80 milhões) do empréstimo contratado junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), instituição do Banco Mundial. Na ocasião, a governadora enviou ofício ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmando que a execução imediata da dívida afetaria o pagamento da folha de pessoal, repasses constitucionais, entre outros compromissos.

A nova determinação da Fazenda estadual, na prática, altera o momento em que as empresas precisam recolher o imposto. Normalmente, o ICMS é recolhido após a venda das mercadorias. Com a antecipação, as empresas passam a recolher, já no início do mês, parte do imposto referente às vendas que ainda serão realizadas. Assim, em vez de esperar o período normal de recolhimento, a empresa antecipa o pagamento parcial do imposto.

Para o economista Arthur Néo, do ponto de vista das finanças públicas, o recolhimento antecipado de parte do ICMS referente aos meses de agosto e setembro é uma medida típica de gestão emergencial de liquidez, utilizada para reforçar o caixa do estado no curto prazo e garantir recursos para o cumprimento de compromissos financeiros. “O RN, há tempos, vem enfrentando quadro de elevada rigidez orçamentária. Despesas obrigatórias de longo prazo consomem parte da receita líquida”, explica.

O Balanço Orçamentário até junho prevê R$ 28,61 bilhões em déficit. O valor foi incluído no planejamento por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), segundo o próprio documento.

Arthur Néo explica que a medida tem objetivo estritamente financeiro de curto prazo. “Ela visa preencher uma lacuna momentânea entre as entradas de receitas e as saídas obrigatórias de despesas. Ao adiantar o recolhimento, o governo ganha margem de manobra para cumprir compromissos que venceriam antes da data tradicional de arrecadação desses impostos”, enfatiza o economista.

O advogado tributarista Vanildo Fausto avalia que a medida é passível de recurso e afirma que associações e sindicatos que representam os setores afetados podem recorrer à Justiça. “Está se tornando uma prática costumeira e isso é muito ruim, porque nos supermercados, nos atacadistas, você trabalha com o tempo de venda daquela mercadoria”, considera.

Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal (STF) já estabeleceu que os estados não podem antecipar o momento de recolhimento do ICMS sem previsão em lei ordinária. “O Rio Grande do Norte, no entanto, se ancora numa legislação bastante antiga para dizer que pode fazer essa antecipação”, disse.

Para Vanildo Fausto, a mudança pode representar um impacto significativo no fluxo de caixa das empresas. “É um furo muito grande no bolso do empresário, no fluxo de caixa desse contribuinte, porque ele se vê incompetente. Você imagine se trabalhar com mais de 40 mil produtos, todo dia com boleto pra pagar e você pega de surpresa o estado antecipando praticamente um mês do ICMS a recolher”, destaca.

A regra é excepcional e não se aplica às empresas optantes pelo Simples Nacional. Conforme o tributarista, as empresas optantes pelo Simples ficam de fora porque o ICMS dessas empresas já é recolhido dentro do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), junto com outros tributos.

Ainda segundo o economista Arthur Néo, o impacto nos negócios merece atenção, principalmente em um cenário de juros elevados, no qual muitas empresas já trabalham com o capital de giro comprometido.

Diante disso, o economista recomenda que as empresas adotem medidas imediatas para preservar a liquidez. Uma das ações necessárias nesse cenário, segundo ele, é revisar o planejamento financeiro e calcular quanto será necessário desembolsar até 1º de outubro de 2026. O valor da antecipação será calculado com base em 90% do imposto devido ou retido no mês anterior.

Outra recomendação é ajustar a gestão de estoques e compras durante agosto e setembro. A orientação é adequar os pedidos feitos aos fornecedores para evitar uma concentração de despesas justamente nos períodos em que haverá maior saída de recursos para o pagamento antecipado do imposto.

O economista ainda recomenda que as empresas busquem aumentar a margem de liquidez, seja por meio da renegociação de prazos com fornecedores, seja pela antecipação de recebíveis de clientes. A estratégia, segundo ele, é absorver o impacto da antecipação tributária sem precisar recorrer a linhas de crédito com juros elevados.

A Tribuna do Norte procurou a Sefaz para questionar sobre os motivos da antecipação, mas não houve resposta até o fechamento desta edição.

Antecipação também foi determinada em 2025

Em outubro de 2025, o Governo do Rio Grande do Norte também adotou uma medida de antecipação do ICMS para empresas beneficiárias de incentivos fiscais, incluindo participantes do Proedi e regimes especiais para atacadistas e centrais de distribuição. Na ocasião, as empresas passaram a antecipar 50% do imposto, com recolhimento até 28 de outubro, valor que seria posteriormente compensado no pagamento do ICMS referente às operações de outubro.

Segundo a Sefaz-RN, a medida buscava antecipar cerca de R$ 30 milhões para ajustar o fluxo de receitas do Estado, enquanto entidades do setor produtivo criticaram os possíveis impactos sobre o fluxo de caixa, investimentos e empregos.


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Comissão Especial avança na construção da nova Lei do Conselho Municipal de Habitação de Apodi

Comissão Especial promove debate e reúne propostas para aperfeiçoar a legislação que irá reger o Conselho Municipal de Habitação. Foto: Ceidida

A Comissão Especial responsável pela elaboração de propostas de adequação da legislação do Conselho Municipal de Habitação de Apodi realizou, nesta terça-feira (18), mais uma importante reunião de trabalho voltada à construção da nova lei que deverá regulamentar o funcionamento, a composição e as atribuições do colegiado no município.

O encontro reuniu representantes de diferentes setores e instituições envolvidos com a pauta habitacional e com a estrutura dos Conselhos Municipais.

 Participaram da reunião a coordenadora da Casa dos Conselhos, Lucianna; Alan Rodrigues, representante da Secretaria Municipal de Obras; Jânio Duarte e Marcello Bernardo, representantes da Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA); Juliano Oliveira; e Halyson Diogo.

Durante a reunião, foram apresentadas e debatidas diversas propostas, sugestões e argumentações relacionadas à composição, funcionamento, representatividade e atribuições do futuro Conselho Municipal de Habitação. As contribuições deverão ser analisadas juridicamente pelo Controlador Jurídico do Município, antes da consolidação da proposta legislativa.

ACEMA destaca importância do diálogo institucional

Representando a Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA), Jânio Duarte e Marcello Bernardo destacaram a importância da abertura do diálogo entre o poder público e as instituições que participam da construção da nova legislação.

Para Jânio Duarte, a participação dos diferentes segmentos é fundamental para que a nova legislação seja construída de forma democrática e possa atender aos interesses da coletividade.
“É muito importante que esse processo seja construído através do diálogo, ouvindo os diferentes segmentos e permitindo que cada participante possa apresentar suas contribuições. O Conselho Municipal de Habitação precisa nascer com uma estrutura que represente a sociedade e que tenha condições de cumprir efetivamente o seu papel.”
Já Marcello Bernardo, representante da ACEMA, ressaltou a postura adotada pela gestão municipal durante o processo de construção da nova legislação, destacando a transparência e a disposição para ouvir os diferentes setores envolvidos.
“A ACEMA reconhece e elogia a postura da gestão municipal na condução desse processo. Temos observado uma condução transparente, aberta ao diálogo e disposta a ouvir as instituições e os diferentes segmentos. Esse é o caminho correto para construirmos uma legislação que esteja acima de interesses individuais e que tenha como principal objetivo o melhor para a coletividade.”
Segundo Marcello, a participação da sociedade civil nos Conselhos Municipais é um importante instrumento de fortalecimento da democracia e do controle social.
“Quando o poder público abre espaço para o diálogo e permite que a sociedade participe efetivamente da construção das políticas públicas, todos ganham. A nossa participação enquanto ACEMA é justamente contribuir de forma responsável, apresentando sugestões e argumentos que possam ajudar a construir um Conselho mais representativo, independente e eficiente.”
Propostas passarão por análise jurídica

As contribuições apresentadas durante a reunião ainda não representam o texto definitivo da nova legislação. O conjunto de propostas deverá ser encaminhado para análise do Controlador Jurídico do Município, que avaliará a compatibilidade das sugestões com a legislação vigente e indicará os ajustes necessários.

A análise jurídica será uma etapa importante para garantir que a futura lei apresente segurança jurídica, estabeleça claramente as competências do Conselho e defina adequadamente sua composição e funcionamento. Após essa avaliação, a Comissão Especial deverá retomar as discussões para analisar as orientações apresentadas e, se necessário, promover novas adequações no texto.

Construção coletiva busca fortalecer a política habitacional.

A atualização da legislação do Conselho Municipal de Habitação representa uma oportunidade para fortalecer a participação social na formulação, acompanhamento e fiscalização das políticas públicas relacionadas à habitação no município.

A proposta em construção busca estabelecer um Conselho com maior clareza institucional, representatividade e segurança jurídica, permitindo uma participação equilibrada dos diferentes segmentos que possuem relação com a política habitacional.

A presença de representantes do poder público, da sociedade civil e de entidades como a ACEMA demonstra a intenção de construir uma legislação a partir de diferentes perspectivas e experiências.

Para os representantes da ACEMA, a participação nesse processo também reforça o compromisso da entidade com o desenvolvimento institucional do município e com a construção de políticas públicas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da população.

Diálogo como instrumento de construção

A reunião também reforçou a importância da manutenção do diálogo entre a administração pública e as instituições da sociedade civil durante todas as etapas do processo.

A avaliação dos participantes é de que uma legislação construída de forma participativa tende a apresentar maior legitimidade e melhores condições de atender às necessidades reais do município.

Nesse sentido, a ACEMA reafirma seu compromisso de participar de forma propositiva e responsável das discussões, contribuindo com sugestões e buscando sempre o diálogo institucional na defesa dos interesses coletivos.

O trabalho da Comissão Especial segue agora para uma nova etapa, com a análise jurídica das propostas apresentadas.

 A expectativa é que, após os ajustes necessários, seja consolidado um texto capaz de oferecer uma estrutura moderna, democrática e juridicamente segura para o funcionamento do Conselho Municipal de Habitação de Apodi.

ESTOUROU O LIMITE: TCE aponta que Prefeitura de Mossoró atingiu 56,58% de gastos com pessoal

Foto: Divulgação / Prefeitura de Mossoró

A situação fiscal da Prefeitura de Mossoró acendeu um sinal de alerta no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN). Em documento oficial disponibilizado no diário eletrônico, a Corte de Contas informou que a despesa total com pessoal do município atingiu 56,58% da Receita Corrente Líquida, percentual superior ao limite máximo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O dado consta no Termo de Alerta de Responsabilidade Fiscal nº 003001/2026-TCE, referente ao 2º bimestre de 2026, tendo como órgão fiscalizado a Prefeitura Municipal de Mossoró. O alerta foi assinado em 2 de julho e publicado no Diário Eletrônico do TCE-RN nº 4.076, de 14 de agosto de 2026.

Mossoró ultrapassou até o limite máximo

O quadro apresentado pelo próprio TCE mostra a dimensão do problema. Para o Poder Executivo municipal, os parâmetros considerados foram:

* Limite de alerta: 48,60%
* Limite prudencial: 51,30%
* Limite máximo permitido pela LRF: 54,00%
* Percentual alcançado por Mossoró: 56,58%

Ou seja, segundo a análise do corpo técnico do Tribunal, Mossoró não apenas ultrapassou os limites de alerta e prudencial, como ficou 2,58 pontos percentuais acima do teto máximo de 54% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

TCE aponta “extrapolação” e determina providências

O teor do documento é categórico. O Tribunal registra que seu Corpo Técnico “detectou a extrapolação do limite estabelecido na LRF” para a despesa total com pessoal.

Diante disso, o TCE alerta que o gestor fica sujeito às restrições previstas na legislação e “obrigado a adotar as providências necessárias para eliminar o percentual excedente”, observando os prazos estabelecidos no artigo 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O alerta cita ainda as medidas previstas nos §§ 3º e 4º do artigo 169 da Constituição Federal para adequação das despesas com pessoal.

Restrições impostas pela LRF

Ao mencionar expressamente o parágrafo único do artigo 22 da LRF, o TCE chama atenção para as restrições decorrentes da situação fiscal. Enquanto perdurar a condição prevista na legislação, ficam vedados atos relacionados, entre outros pontos, à concessão de vantagens ou aumentos remuneratórios, criação de cargos, alteração de estruturas de carreira que provoquem aumento de despesas, provimento de cargos — ressalvadas as exceções legais — e contratação de horas extras fora das hipóteses autorizadas.

No termo, o Tribunal afirma expressamente que o gestor fica “proibido de realizar qualquer dos atos enumerados nos incisos I a V do parágrafo único do art. 22”.

O documento do TCE não deixa dúvida sobre a situação identificada no momento da análise: o percentual considerado pelo Corpo Técnico foi de 56,58%, superior ao teto de 54%.

Alerta oficial

O documento nº 744215/2026 foi expedido pelo TCE-RN e assinado digitalmente pelo conselheiro Antonio Gilberto de Oliveira Jales, tendo como período de referência o 2º bimestre de 2026.

A emissão do Termo de Alerta tem fundamento no artigo 59, §1º, da Lei Complementar nº 101/2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo o próprio documento, a medida decorreu da análise realizada pelo Corpo Técnico da Diretoria de Controle de Contas de Governo e de Gestão Fiscal.



Safra do melão deve movimentar R$ 1,42 bi no RN, estima Codern

Os principais destinos das frutas embarcadas pelo Porto de Natal estão concentrados na Europa, incluindo o Reino Unido, diz a Codern. Foto: Alex Régis

A safra do melão potiguar 2026/2027 deve movimentar R$ 1,42 bilhão volume de negócios a partir do embarque de cerca de 250 mil toneladas de frutas pelo Porto de Natal para o mercado externo, segundo estimativa da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern). A projeção representa um crescimento de 4,4% na movimentação financeira em relação à safra anterior, que movimentou R$ 1,36 bilhão e 240 mil toneladas.

A primeira embarcação deste ciclo partiu em direção à Europa na última sexta-feira (14). O navio Baltic Performer atracou no terminal potiguar em 10 de agosto e deixou o terminal na sexta com destino aos portos de Dover, no Reino Unido, e Roterdã, na Holanda. O navio transportou cerca de 5 mil toneladas de frutas, segundo a Codern.

Dados levantados pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec-RN) apontam que, de janeiro a junho, o RN movimentou US$ 51,4 milhões nas exportações de melões, número que compreende o período de encerramento da safra 2025/2026 e de entressafra, quando ocorre uma redução dos embarques. O ano de 2025 teve crescimento de 16,2% em relação a 2024 na movimentação pela exportação da fruta.

“Em um cenário otimista, espera-se que o percentual de crescimento se perpetue nas safras seguintes”, diz a Sedec-RN. O otimismo é compartilhado por outras entidades no setor da fruticultura.

Os principais destinos das frutas embarcadas pelo Porto de Natal estão concentrados na Europa, incluindo o Reino Unido, diz a Codern. Segundo a Sedec-RN, Espanha, Países Baixos e Reino Unido responderam por cerca de 94% de todo o valor exportado pelo estado no primeiro semestre deste ano.

“O Porto de Natal possui posição estratégica nessa cadeia logística: estima-se que cerca de 70% do melão e da melancia consumidos no mercado europeu, considerando também a Grã-Bretanha, sejam provenientes das cargas embarcadas pelo terminal potiguar”, informa a Companhia Docas.

Carlo Porro, fundador e CEO da Agrícola Famosa, maior exportadora do estado, projeta que esta safra deve começar “bem melhor que a safra do ano passado”. Em 2025, as exportações competiram com a produção da Espanha.

Segundo ele, em 2026, o calor extremo na Europa prejudicou a qualidade do melão produzido na Espanha, e a safra do país europeu está acabando. Com menos concorrência em termos de produção e qualidade, a expectativa é de que o melão potiguar tenha um bom preço. Em termos comerciais, o início de safra é positivo também porque a Agrícola Famosa registrou boa produtividade. Ainda não é possível traçar uma estimativa de movimentação financeira na empresa, segundo o CEO, porque isso depende do câmbio.

Apesar disso, a expectativa é de que a companhia aumente o seu faturamento tanto no mercado externo como no interno, onde pretende apostar em produtos de maior qualidade. “Por conta dessa ação no mercado interno, acredito que o nosso faturamento no mercado interno deve subir e estou otimista em relação a este ano”, afirma Carlo Porro.

A Agrícola Famosa mantém a área plantada na última safra, com produção de melões e melancias. São cerca de 13 mil hectares. A empresa tem mais de 65% do market share da fruta brasileira que chega na Europa, afirma Carlo Porro. A meta para a safra 2026/2027 é consolidar essa participação, chegar mais ao Canadá e manter ou elevar a exportação nos Estados Unidos – apesar do tarifaço.

Na avaliação da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern), a safra 2026/2027 começa com uma perspectiva positiva, sustentada pelo bom desempenho comercial da safra anterior e pela expectativa de demanda firme no mercado externo.

“Segundo análises do Hortifruti/Cepea, a redução da oferta em países concorrentes da América Central pode abrir espaço adicional para o melão brasileiro, sobretudo no mercado europeu”, explica a entidade, para a qual a expectativa é de manutenção ou crescimento do desempenho da safra anterior.

A fruticultura do RN enfrenta um triplo desafio para expandir a produção e manter a competitividade do melão potiguar no exterior, avalia a Faern: a garantia da segurança hídrica, gargalos na logística de escoamento e a alta dos custos de produção.

Cautela
A expectativa do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex-RN), porém, é de “extrema cautela”, segundo o presidente da entidade, Fábio Queiroga. O foco do setor é manter a atividade, não expandir. “Estamos em um ano político que traz grande risco para a economia, sem uma sinalização segura e estável para o câmbio frente ao dólar e ao euro”, diz Fábio Queiroga.

Além disso, ele cita desafios no mercado consumidor, como dificuldade para exportar aos Estados Unidos devido ao tarifaço e “receio real entre os produtores de uma retração no mercado europeu, motivada pela queda no consumo de frutas associada ao uso disseminado de medicamentos para redução de peso”.

A projeção do Coex-RN é conservadora, visando antes a sobrevivência das margens do que o crescimento de volume. Para Fábio Queiroga, os números de movimentação da safra anterior não servem como base para este ano. “Os insumos básicos, que hoje compõem mais de 60% do nosso custo de produção, sofreram reajustes drásticos induzidos pela guerra no Oriente Médio”, explica.

Fonte: Tribuna do Norte

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Classificação de PCC e CV como organizações terroristas não amplia autoridade militar dos EUA para atuar em território brasileiro, diz porta-voz

Foto: reprodução

O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou à CNN que a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas não amplia a autoridade militar dos EUA para atuar em território brasileiro. A declaração foi divulgada inicialmente pelo Metrópoles e confirmada pela CNN.

“As designações de terrorismo não conferem às forças armadas dos EUA quaisquer poderes adicionais que elas já não possuam”, afirmou o porta-voz.

A declaração ocorre após o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, anunciar planos para operações terrestres contra narcotraficantes na América Latina. Segundo ele, os EUA trabalham com países parceiros, como Equador e Colômbia, em ações contra organizações classificadas como terroristas.

O PCC e o CV foram incluídos neste ano nas listas americanas de Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras. As classificações permitem o bloqueio de bens e ativos sob jurisdição dos EUA e proíbem transações de cidadãos e empresas americanas com os grupos.

A CNN informou ainda que procurou o Departamento de Defesa dos EUA para comentar o assunto, mas não havia recebido resposta até a publicação da reportagem.

Com informações de Metrópoles e CNN

Lula fará visita a Natal e participará de ato político na quinta-feira

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fará uma visita a Natal na próxima quinta-feira (20). Ele vai cumprir uma agenda institucional na capital potiguar e depois participará de um ato político anunciado para a noite do mesmo dia. A informação foi divulgada pela governadora Fátima Bezerra, em publicação nas redes sociais.

"O presidente Lula confirmou presença aqui no Rio Grande do Norte nesta quinta-feira (20), quando vai realizar uma agenda institucional muito importante para o Rio Grande do Norte. Uma grande conquista, fruto da parceria entre o Governo do Estado e o Governo Federal", afirmou a governadora.

A vinda do presidente é aguardada por Cadu Xavier, candidato do PT ao Governo do Estado, como um dos momentos de maior mobilização da militância.

Segundo a campanha do candidato, o objetivo da visita do presidente é reforçar a unidade do projeto político no estado e demonstrar força popular na disputa eleitoral. "O presidente Lula vai estar aqui para mostrar que nem o Brasil, nem o Rio Grande do Norte vão retroceder", afirmou Cadu Xavier.

Eu vi na Tribuna do Norte

INSS inicia pagamentos de agosto no dia 25; veja calendário por final do benefício

Beneficiários que recebem até um salário mínimo serão pagos entre 25 de agosto e 8 de setembro; demais pagamentos começam em setembro

Pagamentos dos benefícios referentes a agosto começam no dia 25 para segurados que recebem até um salário mínimo — Foto: Arquivo/Agora RN

O Instituto Nacional do Seguro Social começa a pagar, no dia 25 de agosto, os benefícios referentes ao mês para aposentados, pensionistas e demais segurados que recebem até um salário mínimo. Os depósitos desse grupo seguem até 8 de setembro.

Para identificar a data correta, o beneficiário deve observar o último número do cartão antes do dígito verificador. Em um benefício com a sequência 0108-4, por exemplo, o número final considerado é 8.

Quem recebe até um salário mínimo

Final 1: 25 de agosto;

Final 2: 26 de agosto;

Final 3: 27 de agosto;

Final 4: 28 de agosto;

Final 5: 31 de agosto;

Final 6: 1º de setembro;

Final 7: 2 de setembro;

Final 8: 3 de setembro;

Final 9: 4 de setembro;

Final 0: 8 de setembro.

Quem recebe acima de um salário mínimo

Finais 1 e 6: 1º de setembro;

Finais 2 e 7: 2 de setembro;

Finais 3 e 8: 3 de setembro;

Finais 4 e 9: 4 de setembro;

Finais 5 e 0: 8 de setembro.

Os segurados que recebem acima do piso nacional começam a ser pagos em setembro, com dois finais de benefício contemplados a cada dia.

O valor e a data do depósito podem ser consultados no aplicativo ou no site Meu INSS, na opção “Extrato de pagamento”. Também é possível obter informações pela Central 135, que funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.

O calendário anual de pagamentos de 2026 já havia sido divulgado pelo Agora RN e permite que o segurado acompanhe as datas previstas para todos os meses.

domingo, 16 de agosto de 2026

Prefeito Sabino e mais de 100 lideranças participam do lançamento da campanha de Neilton Diógenes em Apodi

Apodi, terra do deputado foi palco de uma grande mobilização, reunindo prefeitos, vereadores, lideranças políticas e uma multidão

A cidade de Apodi, terra natal do deputado estadual Neilton Diógenes, foi palco do lançamento de sua campanha, em uma noite marcada pela presença de uma multidão e pela participação de mais de 100 lideranças políticas de diferentes municípios do Rio Grande do Norte.

Entre os principais nomes presentes esteve o prefeito de Apodi, Sabino, que participou do momento ao lado de prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e outras lideranças que prestigiaram o início da caminhada.

A força política de Apodi também esteve representada pela tradicional Nação Bacurau, que marcou presença no evento com suas bandeiras e sua identidade, levando às ruas a mobilização de um dos grupos políticos mais tradicionais do município.


O encontro reuniu representantes de diferentes regiões do estado, dando ao lançamento uma dimensão estadual. A presença de lideranças de mais de uma centena de municípios reforçou a amplitude da articulação política construída por Neilton ao longo de sua trajetória.

Diante de uma grande participação popular e cercado por lideranças de todo o estado, Neilton Diógenes deu início a uma nova etapa de sua caminhada política.

Apodi foi o ponto de partida. E a presença de mais de 100 lideranças mostrou a dimensão estadual do encontro.

sábado, 15 de agosto de 2026

Saiba quanto ganham presidente, governadores, deputados e senadores

Lara Abreu / Arte Metrópoles

À medida que as eleições de 2026 se aproximam, cresce a curiosidade do eleitorado sobre os vencimentos das principais autoridades do país. A remuneração do presidente da República, de senadores, de deputados e de governadores é estabelecida por lei, respeitando os limites constitucionais.

Embora o presidente da República ocupe o cargo de maior hierarquia no Executivo, o salário do chefe de Estado é exatamente igual ao de senadores e deputados federais: R$ 46.366,19 mensais. O valor corresponde ao teto do funcionalismo público, que é atrelado ao subsidio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No âmbito estadual, os governadores também têm como limite máximo o valor de R$ 46.366,19, mas cada unidade da federação possui autonomia para fixar uma quantia inferior por lei local. Já os deputados estaduais e distritais recebem R$ 34.774,64 por mês, valor que equivale por lei a 75% dos rendimentos de um parlamentar federal.

Além da remuneração base, o exercício desses cargos públicos envolve benefícios indiretos que não entram no cálculo do salário fixo, como verbas de gabinete e cotas parlamentares para custeio do mandato. Um exemplo é o auxílio-moradia concedido aos deputados federais que não ocupam imóveis funcionais em Brasília, cujo valor pode chegar a R$ 4.253,00 mensais.

Com informações do Metrópoles

Eleições 2026: campanha eleitoral começa no domingo com atos dos presidenciáveis

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A campanha eleitoral começa oficialmente no domingo, 16, dando início à reta final do processo eleitoral. A data marca a liberação da propaganda na internet e nas ruas, como comícios, carreatas, motociatas e distribuição de "santinhos".

Os presidenciáveis mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto realizam atos de inauguração da campanha em seus berços eleitorais: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Bernardo do Campo (SP), Flávio Bolsonaro (PL) no Rio de Janeiro (RJ), Ronaldo Caiado (PSD) em Goiás e Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais.

O prazo final para registrar as chapas na Justiça Eleitoral é no sábado, às 19 horas. Os candidatos que vão disputar o pleito foram definidos em convenções realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto.

Veja as principais agendas dos candidatos no domingo:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente da República lança sua campanha em São Bernardo do Campo (SP), no Estádio 1º de Maio, também conhecido como Estádio da Vila Euclides. A escolha do local foi por se tratar do berço político do petista. Nos anos 1970 e 1980, o estádio foi palco das assembleias das históricas greves dos metalúrgicos do ABC Paulista.

O evento começará às 10h, mas a concentração no local ocorrerá a partir das 9h. A campanha de Lula tem adotado a frase "Onde tudo começou" como slogan para o lançamento da campanha neste domingo Aliados de toda a trajetória do presidente devem participar do evento.

Flávio Bolsonaro (PL)

O senador vai lançar sua campanha com um comício na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro - mesmo local onde já foram realizados atos de apoio ao seu pai, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).

O evento em Copacabana está previsto para começar às 11 horas.

Flávio é natural de Resende, no interior do Estado, e seu primeiro cargo político foi como deputado estadual pelo Rio em 2002.

Ronaldo Caiado (PSD)

O candidato optou por inaugurar sua campanha em Goiás, Estado que governou por dois mandatos até março deste ano. Serão realizadas carreatas em seis cidades goianas do entorno de Brasília: Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso, Cidade Ocidental e Luziânia.

O primeiro ato está previsto para as 8h, e cada um terá cerca de duas horas de duração.

Romeu Zema (Novo)

O lançamento da campanha será em Minas Gerais, onde Zema iniciou sua carreira política e foi governador por dois mandatos. O ato será realizado no Mercado Municipal de Montes Claros, principal cidade do norte do Estado, às 8h30, e não deve ter a presença do senador Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice na chapa.

Renan Santos (Missão)

A campanha do candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, será iniciada com um ato no Largo São Francisco, em São Paulo, no domingo, 16, às 13h. O local abriga a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde o ativista iniciou sua carreira política, ainda no movimento estudantil.

Além de Renan, estão previstos discursos da coordenadora de campanha, a vereadora paulistana Amanda Vettorazzo (União), do deputado federal e coordenador econômico Kim Kataguiri (Missão-SP), e do candidato a vice na chapa, tenente-coronel Aroldo Medina.

A escolha do Largo São Francisco como local de inauguração da campanha de Renan gerou reação de estudantes de Direito, que levantaram uma bandeira "antifascista" no local e realizaram um protesto contra o ato de Renan na quinta-feira, 13.

Estadão Conteúdo

 

Júnior Souza e mais quatro vereadores de Apodi apoiam Samanda Alves para o Senado

(Foto: Cedida)

A candidatura de Samanda Alves ao Senado Federal ganhou novo impulso em Apodi, no Oeste potiguar, com a consolidação de uma ampla base de apoio político no município. Nesta sexta-feira (14), ela oficializou o apoio de cinco vereadores, que passam a integrar o grupo que defende o seu projeto.

O grupo agora reúne, entre outros nomes, os três vereadores mais votados nas eleições municipais de 2024, Júnior Carlos, Paulo de Telecio e Carlinhos de Dandão, ambos do PSD, além de Jailson Ferreira (PT) e Júnior Souza (MDB).

Vereador Júnior Souza (MDB) abraçando Samanda Alves (PT). Foto: Jânio Duarte

A adesão dos cinco vereadores representa um movimento importante para a candidatura de Samanda no município e demonstra a capacidade de articulação construída em torno do projeto para o Senado. A presença de representantes de diferentes grupos e partidos também amplia o diálogo político e fortalece a candidatura no cenário local.

Vereador Júnior Souza (MDB) conversando coma Larissa Rosado (PSB). Foto: Jânio Duarte

“Fico muito orgulhosa de ver esse grupo se formando e, principalmente, de perceber que estamos construindo uma caminhada baseada no diálogo e na confiança. Acredito muito no trabalho que poderemos desenvolver e nos resultados que vamos alcançar para Apodi e toda a região caso eu tenha a oportunidade de chegar ao Senado Federal”
, afirmou Samanda.

Com a nova composição, Apodi passa a ocupar um espaço de destaque na estratégia de construção da candidatura de Samanda no Oeste potiguar, reunindo uma base formada por cinco vereadores e diferentes forças políticas do município.

(Fonte: Josemário Alves - Apodi 360)

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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

ACEMA reforça compromisso com compliance e governança e adota diretriz para preservar independência institucional

Associação Comercial e Empresarial de Apodi estabelece medida preventiva para fortalecer transparência, independência e segurança na relação com o Poder Público

A Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA) deu mais um passo no fortalecimento de suas práticas de governança, compliance, transparência e responsabilidade institucional. A entidade decidiu adotar uma diretriz preventiva para que pessoas que ocupem cargos comissionados, cargos de confiança ou funções de confiança na Prefeitura Municipal de Apodi não integrem sua Diretoria.

A decisão foi formalizada pela Presidência da entidade após o conhecimento da Instrução Normativa nº 001/2026 – CGM, de 22 de abril de 2026, editada pela Controladoria Geral do Município de Apodi, que regulamenta o processo de execução das emendas impositivas municipais destinadas a entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos no âmbito do Município.

A normativa estabelece uma série de requisitos para que as entidades possam ser habilitadas ao recebimento de recursos provenientes de emendas impositivas. Entre eles estão a regularidade jurídica, fiscal e institucional, apresentação de estatuto atualizado, ata da eleição da diretoria, documentação dos dirigentes e, de forma expressa, uma declaração de ausência de agente político na direção da entidade.

Diálogo institucional e busca por segurança

Após tomar conhecimento da nova regulamentação, o presidente da ACEMA, Marcello Bernardo Pereira Gomes, manteve diálogo institucional com o Controlador Geral do Município de Apodi, Isaac Samuel do Carmo, para compreender melhor os aspectos relacionados à aplicação da normativa e às boas práticas que devem nortear a relação entre entidades da sociedade civil e o Poder Público.

A partir desse diálogo e considerando a necessidade de fortalecer mecanismos de prevenção de riscos, a ACEMA optou por adotar uma postura ainda mais cautelosa.

A medida não decorre da afirmação de que todo ocupante de cargo comissionado esteja automaticamente impedido, por lei, de participar de uma associação privada. Trata-se, sobretudo, de uma decisão institucional preventiva, fundamentada em princípios de governança e compliance.

A intenção é eliminar potenciais situações de dúvida ou questionamento e garantir que a estrutura diretiva da entidade mantenha independência em relação à Administração Pública.

Independência institucional como princípio de governança

Para a ACEMA, a independência da entidade em relação ao Poder Público é um elemento fundamental para garantir credibilidade, transparência e segurança institucional.

Ao estabelecer que ocupantes de cargos comissionados ou de confiança da Prefeitura não integrem sua Diretoria, a Associação busca reduzir riscos relacionados a possíveis conflitos de interesses, especialmente em situações que envolvam recursos públicos, parcerias institucionais, emendas parlamentares, termos de fomento, termos de colaboração ou outros instrumentos de transferência de recursos.

A iniciativa também procura fortalecer a percepção de que a entidade possui uma atuação independente, representando os interesses de seus associados e do setor empresarial, sem qualquer subordinação ou vinculação à estrutura administrativa do Município.

Transparência e controle dos recursos públicos

A preocupação da ACEMA está diretamente relacionada ao espírito da Instrução Normativa nº 001/2026–CGM.

A norma foi editada considerando, entre outros aspectos, os princípios da legalidade, publicidade e transparência, além da necessidade de fiscalização, controle e acompanhamento da aplicação dos recursos provenientes de emendas parlamentares municipais.

O procedimento estabelecido pela Controladoria prevê diversas etapas de controle, incluindo indicação da emenda, formalização, apresentação de documentação, análise técnica e jurídica, aprovação do plano de trabalho, análise da Controladoria, liberação dos recursos, execução do objeto e prestação de contas.

Dessa forma, a ACEMA entende que quanto mais robustos forem seus mecanismos internos de governança, maior será a segurança para a própria instituição, seus associados, parceiros e para o Poder Público.


Uma medida preventiva, não uma acusação

Um dos aspectos mais importantes da decisão é deixar claro que a adoção dessa diretriz não representa qualquer julgamento ou questionamento sobre a conduta das pessoas que ocupam cargos públicos.

A medida é exclusivamente institucional e preventiva

A ACEMA reconhece a importância da participação de profissionais qualificados na vida pública e respeita aqueles que exercem funções na Administração Municipal. Entretanto, entende que, quando uma pessoa ocupa simultaneamente uma posição de confiança dentro do Poder Público e uma função diretiva em uma entidade que pode receber recursos públicos, é recomendável estabelecer uma separação clara entre as duas esferas.

Nesse sentido, a decisão busca evitar situações que possam gerar interpretações equivocadas ou questionamentos futuros, mesmo quando não exista necessariamente um impedimento jurídico automático.

ACEMA amplia preocupação com compliance

A decisão integra uma visão mais ampla de modernização administrativa da Associação Comercial e Empresarial de Apodi.

A entidade vem buscando consolidar uma gestão baseada em planejamento, organização institucional, transparência, profissionalização e fortalecimento de mecanismos de controle.

O conceito de compliance, nesse contexto, não se limita ao cumprimento literal de uma determinada norma. Ele envolve também a adoção voluntária de procedimentos capazes de prevenir riscos, proteger a reputação da instituição e assegurar que suas decisões estejam alinhadas aos princípios éticos e legais.

Já a governança institucional busca estabelecer regras claras sobre responsabilidades, tomada de decisões, controles e relacionamento com diferentes atores, incluindo o Poder Público, empresas, associados e sociedade.

Preparação para novos projetos e recursos

A iniciativa também está relacionada ao futuro da ACEMA.

Com uma atuação cada vez mais ampla e a perspectiva de participar de novos projetos e programas, a entidade busca estar preparada para lidar com diferentes modalidades de recursos e parcerias públicas.

A Instrução Normativa determina que, para habilitação ao recebimento de emendas, a entidade deve apresentar, entre outros documentos, estatuto atualizado, plano de trabalho, cronograma físico-financeiro, ata da eleição da diretoria e diversas declarações.

Também estão previstas regras específicas para execução dos recursos, exigindo utilização de conta específica, comprovação documental das despesas e observância dos princípios da economicidade e eficiência.

Na etapa de prestação de contas, deverão ser apresentados documentos como relatórios de execução, extratos bancários, notas fiscais, comprovantes de despesas e relatório fotográfico, quando aplicável.

Proteção da entidade e dos seus dirigentes

Outro aspecto considerado pela ACEMA é a proteção institucional dos próprios dirigentes.

Uma estrutura diretiva sem pessoas que estejam simultaneamente ocupando cargos de confiança na Administração Pública reduz a possibilidade de que decisões da entidade sejam interpretadas como influenciadas por interesses externos.

A separação também contribui para preservar os dirigentes de eventuais questionamentos relacionados à aplicação de recursos, decisões administrativas ou relacionamento entre a associação e o Poder Público.

A Instrução Normativa prevê consequências para o descumprimento das regras, incluindo suspensão de novos repasses, devolução de recursos, responsabilização administrativa, civil e penal e comunicação ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte.

Diante desse cenário, a ACEMA entende que prevenir é melhor do que corrigir.

Uma nova cultura de relacionamento institucional

A decisão representa também uma mudança de paradigma na relação entre entidades representativas e Poder Público.

Para a ACEMA, ter uma relação institucional próxima com a Prefeitura, Câmara Municipal, Governo do Estado e demais órgãos públicos é importante para a construção de políticas públicas e para o desenvolvimento econômico e social.

Entretanto, proximidade institucional não deve significar dependência.

A entidade pretende manter diálogo permanente com o Poder Público, apresentar demandas, construir projetos, participar de debates e colaborar com iniciativas que contribuam para o desenvolvimento de Apodi e da região, preservando, ao mesmo tempo, sua autonomia, independência e identidade institucional.

Diretoria independente e compromisso com Apodi

A nova diretriz estabelece, portanto, uma separação clara entre o exercício de funções de confiança na Administração Municipal e a participação na Diretoria da ACEMA.

A medida deverá ser observada na composição e renovação da Diretoria da entidade, sem prejuízo das demais disposições previstas em seu Estatuto Social e na legislação aplicável.

Mais do que uma exigência administrativa, a decisão representa uma escolha de governança.

A ACEMA reafirma que pretende continuar construindo uma instituição cada vez mais profissional, transparente, independente e preparada para receber, administrar e prestar contas de recursos públicos, sempre com responsabilidade perante seus associados e a sociedade.

Compromisso com o futuro

Ao adotar uma política preventiva de compliance e governança, a Associação Comercial e Empresarial de Apodi demonstra que o fortalecimento institucional passa também pela capacidade de antecipar riscos e estabelecer regras internas mais rigorosas do que aquelas minimamente exigidas.

A iniciativa reforça uma mensagem clara: a ACEMA quer crescer, ampliar sua atuação e participar cada vez mais de projetos de desenvolvimento, mas deseja fazer isso com transparência, independência, responsabilidade e segurança institucional.

Para a entidade, a boa governança não deve ser vista apenas como uma exigência burocrática, mas como um instrumento para construir credibilidade, proteger a instituição e garantir que os recursos destinados às ações de interesse público sejam aplicados com responsabilidade e efetividade.

ACEMA — independência, transparência, governança e compromisso com o desenvolvimento de Apodi.


É amanhã! 4° Apodi Moto Fest nos dias 21, 22 e 23 de agosto

Todos os caminhos levam a Apodi-RN, neste final de semana. O 4° Apodi Moto Fest acontecerá nos dias 21, 22 e 23 de agosto com cerca de 100 m...